2009/12/21

AS MULHERES DEVEM ESTAR A PAR DO DESENVOLVIMENTO DA IGREJA E DO MUNDO

Pelo: António Wilson

GARLINDA BURTON, Secretaria Executiva da Comissão do Estado e Papel da Mulheres, e a Margaret B. Burton, nos dias 8 a 9 de Dezembro em curso realizaram em Cambine, um seminário sobre o Papel e o Estado da Mulher.

Falando a mais de 30 pessoas na sua maioria mulheres incluindo a delegação da Conferencia Provisional da Africa do Sul, G. Burton disse que os objectivos desta comissão criada na década 70 nos Estados Unidos de América – EUA, visa também educar e instruir as mulheres para que estejam a par do desenvolvimento da Igreja e do mundo.

Segundo Burton, desde sempre Deus chamou também as mulheres para o servir, mas as Igreja influenciadas pela religião judaica ainda tinham algumas barreiras para que elas não pudessem cumprir com este chamamento. Ainda nos anos que lá vão, o racismo sobre tudo nos Estados Unidos, de certa forma retardou o processo do desenvolvimento da Igreja, e do envolvimento da mulher onde ela a mulher, deveria desempenhar um papel importante sobre tudo na educação.

Ainda nos Estados Unidos, Garlinda Burton jornalista da “United Methodist Communication”, disse naquele seminário que em 1972 a percentagem de mulheres Pastoras nos USA era de 1%, contrariamente aos 6% actuais. Este crescimento estatístico do envolvimento da mulher, e caracterizado pela existência de quase 20 Bispas naquela parcela do globo; acrescentando que os homens e as mulheres devem continuar de mãos dadas para a expansão da glória de Deus no mundo.

A negra americana, vincou quatro questões que constituem metas nos objectivos deste ministério: A avaliação - Avaliar o trabalho feito; advocacia - encorajamento para o desenvolvimento das mulheres na luta pelos direitos e deveres; Agente da mudança – decidir que as coisas devem mudar; e a educação; como processo de ensino para que as mulheres sejam também actores e não assistentes em tudo o que é mau, por exemplo; a violência, a prostituição que lamentavelmente também é protagonizada por alguns Pastores dentro da Igreja.

No encontro que durou dois dias em Cambine, os seminaristas deram suas experiências em torno daquilo que são obstáculos sobretudo no Ministérios feminino; seus desafios e sucessos, a margem da construção de uma Igreja guiada pela unidade do Espírito Santo.

Caridade Igreja, Pastora jovem da raça albina, falou no seminário da sua amarga experiência que teve que enfrentar por causa da sua raça e idade dentro da sua primeira Paroquia onde foi nomeada depois da sua formação Pastoral em Cambine. Mas, a menina foi ocupando o espaço há medida em que sempre procurava se demonstrar através de bons feitos que valia algo para o Ministério para o qual Deus lhe chamara.

Aos momentos finais do seminário, Margaret B. Burton, falou da liderança como o cumprimento do chamamento Divino ao homem ou a Mulher para servir. Falou de igual modo ás esposas dos Pastores, para que elas sejam pessoas idóneas, conselheiras com maturidade equilibrada e justa, ao lado do seu conjugue, contribuindo assim para o reconhecimento da capacidade da mulher para o serviço da Igreja e da Sociedade no seu todo. Os presentes, deram suas valiosas contribuições na definição do bom líder cristão, ou boa líder crista. Estas definições, devem ser aquilo que é a nossa prática, o nosso bom relacionamento com vista a criação de uma Igreja sem distinção do sexo, rança ou tribo.

Um comentário:

  1. sou um metodista e tenho orgulho de ser!!!
    quero estar compartilhando com voceis

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